DOCUMENTOS SECRETOS DA MORTE DE KENNEDY LIBERADOS POR TRUMP


O ex-presidente dos Estados Unidos John Fitzgerald Kennedy (JFK), foi morto a tiros em Dallas no Texas em 22 de Novembro de 1963. Ele tinha na época 46 anos. Logo em seguida a morte, o presidente da Suprema Corte Earl Warren determinou a criação de uma comissão para investigar a morte do presidente, que ficaria mais tarde conhecida como Comissão Warren. A conclusão foi que Kennedy foi morto por um lobo solitário chamado Lee Harvey Oswald, que seria simpatizante do comunismo.

A versão oficial foi muito questionada pelas suas incoerências e falta de transparência. Surgiam então uma série de teorias conspiratórias a cerca da morte de JFK. A mais famosa, foi representada no filme: “JFK: A pergunta que não quer calar” de 1991. A pressão popular originária do lançamento do filme, motivou o governo dos Estados Unidos e o Congresso a aprovarem em 1992 a lei “JFK Records”, que determinava que todos os documentos sigilosos da investigação da morte do ex-presidente deveriam ser divulgados até a data de 26 de Outubro de 2017 (um prazo de 25 anos). Caberia ao presidente, determinar se a divulgação iria ocorrer ou seria adiada por mais 25 anos por comprometer a segurança nacional. Donald Trump disse em seu Twitter nesse Sábado (21/10):
“Dependendo do recebimento de mais informação, permitirei, como presidente, que sejam abertos os arquivos-JFK que durante muito tempo permaneceram bloqueados e confidenciais”.

Com o martelo batido, mais de 3 mil documentos secretos da CIA, do FBI e do Departamento de Justiça serão divulgados na próxima quinta. 30 mil outros documentos relacionados a morte de John Kennedy já foram tornados públicos em outras ocasiões. Apenas os mais ácidos estão nesse novo grupo.

Não se sabe se alguma grande bomba será revelada, mas várias peças de controverso quebra-cabeça devem ser montadas. Os documentos secretos vão botar luz em como funcionavam as agências de inteligência na época. E podem trazer a tona de novo a pergunta: “Quem matou Kennedy?”.

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