GEGÊ DO MANGUE, TERCEIRO LÍDER DO PCC, ESTÁ AJUDANDO A FACÇÃO NO PARAGUAI



GEGÊ DO MANGUE, TERCEIRO LÍDERO DO PCC, ESTÁ AJUDANDO A FACÇÃO NO PARAGUAI

Inscreva-se na TV Coiote e continue informado!

Siga a TV Coiote nas redes sociais:
Site: http://www.tvcoiote.com/
Facebook: https://www.facebook.com/tvcoiote
Twitter: https://twitter.com/tvcoiote
Instagram: https://www.instagram.com/tvcoiote

Anuncie na TV Coiote: 
http://www.tvcoiote.com/p/anuncie.html

Gegê assumiu negócios do PCC na fronteira com Paraguai

Líder da facção criminosa viajou à região para reorganizar tráfico de drogas e de armas para o Brasil

O roubo de US$ 40 milhões em Ciudad del Este, no Paraguai, acontece no momento em que o mais importante líder do Primeiro Comando da Capital (PCC) em liberdade, Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, assumiu o controle dos negócios da facção na região. Solto no dia 3 de fevereiro por ordem judicial, Gegê viajou para a fronteira para reorganizar o tráfico de drogas e de armas para o Brasil.
A ida de Gegê - que seria o terceiro na hierarquia do grupo - à região significa uma mudança de qualidade da presença do PCC no Paraguai. A história da facção no país vizinho começa nos anos 1990, quando Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, se refugiou no País depois de assaltos em São Paulo. De lugar de refúgio, o Paraguai e a Bolívia se transformariam em áreas de atuação em 2007, quando a facção resolveu entrar no tráfico internacional de drogas.
Um missão do PCC enviada à Bolívia se encontrou no fim daquele ano com o traficante conhecido como dom Eduardo em Puerto Quijaro e, depois, em Santa Cruz de la Sierra, com Carlos Antonio Caballero, o Capilo, que se transformaria no primeiro embaixador do PCC no Paraguai. Suas funções hoje seriam ocupadas por Gegê do Mangue.
Enquanto lucra com o tráfico de drogas e de armas, a facção também cede estrutura - armas e explosivos - a quadrilhas que realizam roubos no Brasil. E cobra pedágio em razão do valor roubado, aumentando seu patrimônio. Mesmo ladrões que não agem com material cedido pela organização pagam o chamado dízimo ao grupo.
O roubo no Paraguai estaria - para policiais e promotores que investigam a facção - em uma dessas duas modalidades: praticado por integrantes do grupo ou por bandidos que pagam o “imposto” do crime para o PCC. Assim, de uma forma ou de outra, parte dos US$ 40 milhões deve ir parar nas mãos da organização criminosa.

Comentários