Garotinho ofereceu suborno para não ser preso

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 Procuradoria Regional Eleitoral do Rio solicitou à Polícia Federal a abertura de  uma investigação para apurar de acusações sobre tentativa de suborno de um juiz pelo ex-governador do Rio Anthony Garotinho e seu filho Wladimir Matheus.

Garotinho foi preso na última quarta por suspeita de compra de votos em Campos dos Goytacazes.

“O programa havia sido suspenso em função de falta de recursos. Faz 5 meses, para cá, o número de beneficiados quase triplicou, de junho. A vantagem social só voltou a ser concedido à população em troca de votos”, declarou o agente Alessandro Rodrigues.A distribuição da vantagem chegou a ser suspendida para recadastramento de famílias após suspeita de fraudes. Segundo a Polícia Federal, teria ficado “paralisado por anos, suspenso por falta de recursos”.

Na quinta-feira 03 de novembro Está iludido quem pensa que Marcelo Crivella – bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, fundada por seu tio, Edir Macedo – modificará a prefeitura carioca em um governo teocrático, orientado por versículos da Bíblia e dogmas evangélicos. Quem alegava era o ex-governador Anthony Garotinho , um dos caciques do partido do vice de Crivella, Fernando MacDowell, e espécie de “conselheiro pessoal” do novo prefeito nos últimos meses.

Se o transferiu em a madrugada de este sábado, de o Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, para o Hospital Quinta D’Or para exames médicos, por resolução de a juíza Luciana Lóssio de o TSE,.

O pedido de inquérito da PRE/RJ baseia-se em denúncias feitas pelo juiz da 100ª Zona Eleitoral de Campos, Glaucenir Silva de Oliveira, que autorizou a prisão preventiva do ex-governador.

O juiz declarou à procuradoria que Garotinho e seu filho ofereceram “quantias milionárias” a conhecidos seus em tentativa de interferir em suas decisões se evitar a prisão. Segundo procurador regional eleitoral Sidney Madruga, que madruga declara que há também acusações de tentativa de interferência no trabalho da Polícia Federal e de “ameaças veladas” a um promotor eleitoral em Campos, foram pelo menos duas ofertas de suborno, nos valores de R$ 1,5 milhão e R$ 5 milhões, em troca de resoluções favoráveis aos investigados.

O desembargador eleitoral alegou que “verifica-se que os motivos que levaram o juízo impetrado a decretar a medida são relevantes”.Faz 4 anos, divulgaram se as imagens em um blog de o ex-governador Anthony Garotinho, opositor de Cabral.

Os dois últimos casos, porém, ainda estão sob sigilo. Quando os inquéritos estavam perto do fim, todas eles aconteceram no último mês.

Também na sexta, a PRE/RJ mandou profissões ao Ministério Público Estadual para pedir à Promotoria de Campos que tome medidas necessárias para reprimir os possíveis crimes eleitorais praticados por Garotinho e seu filho.